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Pocket Show

 

Alabês - Pai Edinho do Gantois

Músico, percussionista, com importante atuação na esfera religiosa no terreiro do Gantois (Ilê Iyá Omin Axé Iyá Massê), Pai Edinho e seu grupo farão uma performance com forte marca percussiva em parceria com o DJ Angelis Sanctus no II Paisagem Sonora.

 

Mamá Soares e Coletivo di Tambor

Após uma temporada de um ano em Portugal vivendo novas experiências musicais, o percussionista baiano Mamá Soares voltou para Salvador em 2011 com a ideia de criar um som a partir das novas influências. Assim nasceu o Coletivo Di Tambor. Tendo a percussão como base, o Coletivo di Tambor mistura ritmos globalizados como o drum and bass e beat black com sonoridades fortemente baianas como o samba e o ijexá, além de carimbó, merengue e música africana. Além de Mamá Soares (percussão e voz), o grupo conta com os percussionistas Barraca Black e Capacete e a participação especial do DJ Mangaio. Em 2013 o grupo lançou o EP Coletivo di Tambor.

https://soundcloud.com/epcoletivoditambor

 

Mariella Santiago

Cantora e compositora que une a musicalidade afro-brasileira com o Jazz e o R&B. Seu pai, o cantor e compositor Messias Santiago, passou para ela e os irmãos o interesse pela música e integra sua banda. O primeiro CD, “Mariella” (Prêmio Brasken de Música), traz participações de Hermeto Pascoal, Carlinhos Brown, Dj Dolores e Gerônimo, entre outros. Em 2010 lançou o EP “In tudo que é canto” e em 2013 o single “Ella”, faixa título do seu mais recente CD. O álbum conta com a participação de Chico César, Letieres Leite (Rumpilezz), dos pianistas Ubiratan Marques (Afrosinfonica) e Donatinho. Nos últimos 15 anos Mariella tem se apresentado em projetos e festivais pelo Brasil e Europa, principalmente na França, Espanha e Alemanha.  Desenvolve projetos com o músico e cineasta André Luís Oliveira (Projeto Mensagem III), com o músico e produtor Moreno Veloso (Cinesom BA-Caetano Veloso), o coletivo Cena Tropifágica (RJ), Dj Rafa Dias (Os Nelsons), e com o Trio Santiago. https://soundcloud.com/mariella-santiago/sets/ella  e www.mariellasantiago.com

 

Sexteto Cachoeira Reggae Club

O grupo é formado por músicos e professores de música que atuam em diversas frentes, incluindo bandas filarmônicas de Cachoeira e apresentações de música pop. O sexteto revisita reggae jamaicano, de nomes como os pioneiros Bob Marley e Peter Tosh, além de clássicos do gênero produzidos em outras partes do mundo, incluindo a Bahia, apresentando arranjos singulares.

 

Jeremias Gomes

Nascido na cidade de São Félix-BA, é filho do cantor e compositor Edson Gomes. A partir de 2007, passou a fazer participações nos shows do pai e de bandas e músicos como  Adão Negro, Folha de Chá, Dionorina, Dissidência, Sine Calmon, entre outros. Em 2009, montou sua própria banda, a “Dilúvio” e começou a fazer shows em cidades baianas. Em 2011, gravou seu primeiro disco intitulado de “Régua e Compasso”, lançado em 2012. Atualmente Jeremias concilia o trabalho nos backing vocais da banda Cão de Raça, de Edson Gomes, com os shows que realiza com sua banda.  A música de Jeremias tem influência de ícones do reggae nacional e internacional, como Edson Gomes, Bob Marley, Steel Pulse entre outros.

https://www.facebook.com/jeremias.gomes.33

 

Roberto Mendes

Compositor, violonista e cantor. Em 1988 lançou o primeiro disco "Flama", que contou com a participação de Gilberto Gil e apresentação de Caetano Veloso. Em 1992, o álbum "Matriz" contou com a participação de Caetano Veloso. Em 1994, lançou o disco "Roberto Mendes", com produção de Maria Bethânia, sua maior incentivadora. Teve composições gravadas por diversos artistas, entre os quais, Gal Costa, Margareth Menezes, Daniela Mercury, Maria Creuza, Simone Moreno, Raimundo Sodré e Zezé Motta. Em 1999, lançou o CD "Minha história", com destaque para a faixa-título, além das composições "Guardar-te", "Manhã comum" e "Feiticeira", em parceria com J. Velloso, e "Assim como ela é", com Jorge Portugal, que foi gravada ainda por Ivete Sangalo. No mesmo disco gravou também o samba "Anjo da velha guarda", de Aldir Blanc e Moacyr Luz, música em homenagem a Zeca Pagodinho. No ano de 2001, lançou o CD "Tradução". Em 2002, participou da coletânea "Do lundu ao axé - 100 anos de música baiana", ao lado de Edil Pacheco, Paulinho Boca de Cantor, Margareth Menezes, Gilberto Gil, Armandinho, Carlinhos Brown, Silvinha Torres, Gerônimo, Nélson Rufino, Lazzo, Moraes Moreira e Virgínia Rodrigues. Em 2005 lançou o CD e DVD "Tempos quase modernos”. Em 2008 lançou, pela gravadora Biscoito Fino, o CD "Cidade e rio", que teve as participações especiais de Alcione, Lenine, Pedro Luiz, Guinga, Marco Pereira e Mario Ulloa. Em 2011 foi o convidado especial de Jussara Silveira, Marcelo Costa e Sascha Amback em espetáculo sobre o samba da Bahia, apresentado no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Com Maria Bethânia trabalhou muitos anos como violonista e arranjador. Em 2012, quando completou 60 anos, montou o espetáculo "Quem vem lá sou eu", no qual apresentou composições inéditas e sucessos de carreira, alguns em parceria com o poeta Capinan.

 

Coletivo Xaréu

Coletivo Xaréu, com base em Cachoeira e São Félix (Bahia-Brasil), associa live music e live video, em suas performances. Estreou em abril de 2011, com a performance “Não me sinto mais uma pititinga”. O grupo nasceu daquela inquietação permanente de artistas que gostam da experimentação estética e queriam juntar forças e formações diferentes para criar um “cardume” audiovisual. O projeto envolve vj, dj, música acústica, elétrica e sintética/eletrônica, atuando dentro do conceito de arte sonora e visualidades, com experimentações em tempo real, sem compromissos formais com estilos e gêneros musicais tradicionais. “É jam-audiovisual”, definem. É formado por Cláudio Manoel (aka dj Angelis Sanctus), Danillo Barata, Marina Mapurunga e Jarbas Jácome, professores dos cursos de Cinema e Audiovisual e Artes Visuais da UFRB. O coletivo promove o Paisagem Sonora. http://www.coletivoxareu.com.br/

 

Marcia Castro

O trabalho de Marcia Castro transita pelo universo da música brasileira, representando a sua produção contemporânea, fundindo sonoridades baseadas nas experiências musicais da cantora entre os estados da Bahia, sua terra natal, e São Paulo, lugar onde hoje mora. Lançou nacionalmente o seu primeiro disco, Pecadinho, em 2008. Participou do disco “Estudando a Bossa” de Tom Zé, realizou com Mercedes Sosa, ícone da música latina, uma turnê internacional que passou por 11 cidades. Em 2012, conquista o prêmio Natura Musical, que deu origem ao seu segundo disco, “De Pés no Chão” e que lhe agraciou com uma turnê nacional do álbum. Em setembro de 2014, Marcia Castro lançou seu mais recente álbum, “Das Coisas que Surgem” (Sony Music), produzido pelo paulista Gui Amabis e distribuído pela Sony Music. Já dividiu o palco, com Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Moraes Moreira, Luiz Melodia, Zeca Baleiro, Mart’nália e Emicida. O show, intitulado “Trio”, apresentado no II Paisagem Sonora, reúne músicas dos três discos da artista. Márcia, que toca violão, será acompanhada por Rovilson Pascoal (guitarra) e Michele Abu (percussão e samples.

 

Jarbas Jácome

Músico e mestre em Ciência da Computação, pesquisa computação gráfica, computação musical e sistemas interativos de tempo real para processamento audiovisual integrado. Recebeu o Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia 2009 e o Prêmio Rumos Itaú Cultural Arte-Cibernética 2007. Se apresentou nos eventos Arte.Mov 2009, Coquetel Molotov 2009, On_Off 2009, Zona Mundi 2009 e Emoção Art.ficial 4.0. Expôs no FILE-RIO 2009, Continuum 2009 e FILE-SP 2008 a instalação “Crepúsculo dos Ídolos”. Sua graduação e mestrado em computação resultaram no software livre ViMus, financiado pelo C.E.S.A.R, e utilizado em instalações artísticas, institucionais, espetáculos musicais e de dança. Foi guitarrista da banda Negroove e do coletivo de arte re:combo.

 

Marina Mapurunga

Artista e pesquisadora que atua no campo da arte sonora, da música e do audiovisual. Tem atuado no audiovisual desde 2007, como realizadora, sound designer, técnica de som, editora de som, compositora de trilha musical, montadora e continuísta. Em 2010, iniciou o projeto de experimentação sonora, Sensvs. Em 2011, entrou no projeto de residência artística Conexões Estéticas (ICA/UFC), com a Instalação Sonora “Opus X para teclado de objetos sonoros”. Iniciou seus estudos musicais em 1998, como violinista na Orquestra de Cordas do SESI/UFC, onde permaneceu até 2004. De 2003 a 2011, foi cantora e violinista no grupo musical Desidéria. Em 2010, Marina desenvolveu seu projeto solo chamado AnimulA, em que utiliza a voz, o violino, loops e gravações e reconstruções de paisagens sonoras. É professora de Som do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), mestra em Comunição (UFF), especialista em Audiovisual em Meios Eletrônicos (UFC), graduada em Letras (UECE) e realizadora audiovisual, formada pela Escola de Audiovisual de Fortaleza. www.vimeo.com/marinamapurunga ou  http://www.experimentandosons.blogspot.com.br ou  https://myspace.com/grupodesideria

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